A DOUTRINA DO PECADO

A DOUTRINA DO PECADO
(hamartiologia)

I. A ORIGEM DO PECADO

A) Em Relação a Deus
Deus não pode pecar, e no entanto o plano de Deus “precisaria” ter incluído a permissão para a entrada do pecado no mundo, já que desde a eternidade incluía um Salvador.

B) Em Relação a Satanás
O pecado foi achado em satanás (Ez 28.15). Esta afirmação é o mais próximo que a Bíblia chega de uma indicação da origem do pecado.

C) Em Relação a Anjos
Alguns deles seguiram a satanás em seu pecado.

D) Em Relação ao Homem
O pecado originou-se no Éden.

II. A DEFINIÇÃO DE PECADO

A) O Pecado é uma ilusão:
Esta idéia (errônea) assume vária formas de expressão; e.g., nossa falta de conhecimento é a razão pela qual temos a ilusão do pecado; ou, quando a evolução tiver tido tempo suficiente para nos ajudar a progredir, a ilusão do pecado desaparecerá.

B) O Pecado é o eterno princípio do dualismo:
Sendo o Mal uma entidade externa a Deus é independente dEle.

C) O Pecado é o egoísmo:
Esta é a definição ouvida com maior freqüência. É bíblica mas incompleta e insuficiente.

D) O Pecado é a violação da Lei:
Esta definição também é bíblica mas insuficiente, a não ser que o conceito de lei seja estendido de modo a compreender todo o caráter de Deus.

E) O Pecado é qualquer coisa contrária ao Caráter de Deus.

III. PECADO PESSOAL

A) Significado:
O pecado é cometido por indivíduos. Podem ser pecados deliberados ou pecados por ignorância. Errar o alvo também implica atingir o alvo errado.

B) Penalidade:
Perda de comunhão.

C) Remédio:
Perdão - Retira a culpa produzida pelo pecado.
Justificação - Declaração da atribuição da justiça de Cristo ao pecador que crê e é perdoado.

IV. A NATUREZA PECAMINOSA

A) Significado:
A Natureza pecaminosa é a capacidade e inclinação humana para fazer tudo aquilo que nos torna reprováveis aos olhos de Deus.

B) Passagens Bíblicas relacionadas:
2Co 4.4; Ef 4.18; Rm 1.18- 3.20

C) Resultado da natureza pecaminosa:
Depravação total (Absoluta falta de mérito do homem perante Deus)
Morte Espiritual.

D) Transmissão da natureza pecaminosa:
Dos pais para os filhos (Sl 51.5).

E) Remédio:
Redenção, que nos concede nova natureza (regeneração) e uma nova capacidade de servir a Cristo.
O Poder do Espírito que habita no crente para dar vitória sobre a natureza pecaminosa, que já foi julgada.

V. PECADO IMPUTADO

A) Significado:
O resultado da participação de cada homem no pecado original de Adão.

B) Texto-chave:
Romanos 5.12 - Toda a humanidade estava em Adão, participando de seu pecado e assumindo a culpa resultante dele.

C) Transmissão do pecado imputado:
Transmitido diretamente de Adão a cada membro da raça.

D) Penalidade:
Morte física.

E) Remédio:
A Justiça imputada de Cristo (2Co 5.21).

VI. O PECADO NA VIDA DO CRENTE

A) O fato do pecado na vida do crente:
1 João 1.8-10

B) O padrão para o crente:
Andar na Luz ( 1Jo 1.7)

C) A prevenção do pecado na vida do crente:
Através da Palavra de Deus (Sl 119.11)
A intercessão de Cristo ( Jo 17.15)
O Espírito Santo que habita nele (Jo 7.37-39)

D) Penalidades do pecado na vida do crente:
Perda de comunhão (1Jo 1.6)
Exclusão da Instituição religiosa (1 Co 5.4,5)
Disciplina de Deus (Hb 12.6)
Às vezes morte física (1Co 11.30)

E) O remédio para o pecado na vida do crente:
Confissão (1Jo 1.9)

O Batismo de Jesus

O Batismo de Jesus

Os Passos dos Servos que Deus Usa

Os Padrões Divinos Para que Servos Sejam Usados

Mateus 3:13-17 e 4:1

 

Quem é o servo de Deus preparado para servir de forma exemplar o Deus Todo-Poderoso? Quem é o servo que o Senhor realmente usa? É preciso que obedeçamos padrões? SIM! Que padrões seriam esses? Prestemos atenção no servo <prefigurado na Pessoa de Jesus> preparado para servir. O servo que o Senhor realmente usa.
)                 O  Batísmo nas águas:   Aponta para o novo nascimento do servo.

(II)              O Céu aberto sobre Jesus: O Céu precisa estar aberto sobre o homem de Deus. Afinal, o homem que Deus usa precisará estar diuturnamente em contato com o Céu, através de orações, consagrações, etc.

(III)            O Espírito de Deus descendo  e  manifestando-se como pomba sobre a pessoa do Servo Fiel: Aponta para o servo com a vida purificada após nascer de novo.

(IV)           A voz  procedente  do Céu: “Este é o Meu Filho amado em quem me comprazo”:  O servo, ao ser chamado, precisa ouvir o próprio Deus falar.

(V)              O Servo Fiel conduzido pelo Espírito de Deus ao deserto: Aponta para a submissão do servo.  Ele é conduzido pelo Espírito ao deserto,  lugar de partida para prestação de serviços ao Senhor.  Oséias 2:14.

(VI)           O Servo Fiel tentado por Satanás no deserto,   vivendo no meio das feras,  mas sempre sustentado pelos anjos do Senhor:  É assim a vida do servo no deserto.  Primeiro, ele é conduzido pelo Espírito Santo ao deserto, para  poder se auto-superar diante de Satanás e das feras predadoras.  ANTES PORÉM,  O Servo nasceu de novo.   Deixou-se purificar pelo Espírito Santo. Ouviu o próprio Deus  falar consolidando sua chamada.  Depois, foi para o deserto, não por  si próprio, MAS CONDUZIDO E ORIENTADO PELO ESPÍRITO SANTO. Finalmente, então, o servo é alimentado  pelos anjos do Senhor  e  vitorioso  no deserto,  diante de Satanás e das feras predadoras.   SEM PADRÕES,  É  IMPOSSÍVEL  VENCER.

As Tres Maiores Palavras da Rendenção

As Três Maiores

Palavras da Redenção

 

A redenção do homem apresenta uma diversidade de palavras profundamente significativas e capazes de convencer o próprio ser humano quanto à grandeza de Jesus no alto do Gólgota. Três palavras, entretanto, destacam-se como as mais distintas, as maiores, as mais significativas no que tange à redenção. Destaquemô-las, pois, de acordo com os originais gregos do Novo Testamento:

 

1)          Παλινγενεσία = Palingenesía ("redenção", "nascimento de novo").

Palavra composta

A)                      Πάλιν = Pálin = de novo.

B)                     Γένεσις = Génesis = nascimento.

Παλινγενεσία = “regeneração” – “novo nascimento” - "nascimento de novo".

DESIGNAÇÃO BÁSICA: “a volta das coisas aos seus devidos lugares”. Nota: A Igreja de Jesus nos braços de Deus significa "o retorno de Adão" ao Éden, isto é, ao Paraíso. 

 

2)          Lytron = λύτρον = “preço da soltura” – “preço do resgate”.  Nota: O Preço: O SANGUE DE JESUS.

 

3)          Viasozõ = διασοζω = “trazer em segurança através de” . Nota: O Filho de Deus, Jesus, ao consumar a obra no Gólgota, trouxe-nos de volta a Deus e de forma absolutamente segura. Nada, absolutamente nada supera em segurança pró-homem o ato de Jesus no Gólgota. Hosana, eternamente hosana a este glorioso Jesus! Amém!!!

SÉTIMA TAÇA

SÉTIMA TAÇA Ap16:17–21

A Vitória Final de Jesus

17 E o sétimo anjo derramou a sua taça no ar, e saiu grande voz do templo do céu, do trono, dizendo: Está feito <acabou>.

18 E houve vozes, e trovões, e relâmpagos, e um grande terremoto, como nunca tinha havido desde que há homens sobre a terra; tal foi este tão grande terremoto.

NOTA: Trovões, Relâmpagos <indicadores de tempestade> e um Grande Terremoto sem precedentes na história da humanidade.

...houve vozes: São gritos de dor, medo, desespero, socorro.

 

19 E a grande cidade fendeu-se em três partes, e as cidades das nações caíram; e da grande Babilônia se lembrou Deus, para lhe dar o cálice do vinho da indignação da sua ira.

* A Grande Cidade: Trata-se de Jerusalém <não indica Roma>.

* A Grande Babilônia: Roma à Capital do Governo da Besta.

 

20 E toda a ilha fugiu; e os montes não se acharam.

 

21 E sobre os homens caiu do céu uma grande saraiva, pedras do peso de um talento <34 kilos – saraiva de chumbo>; e os homens blasfemaram de Deus por causa da praga da saraiva; porque a sua praga era mui grande.

TALENTO: 34,272 Quilos - Êx 38:24-29; Êx 38:26; Êx 38:29.

Efeitos Centrais da Sétima Taça

 

1.     A Queda Dupla do Poder Babilônico Montado na Grande Tribulação.

BABILÔNIA é Roma:

a)  A Babilônia Religiosa: O Movimento ecumênico mundial governado pela 2ª Besta. A unificação religiosa. Cap 17

b) A Babilônia Comercial: O poderoso Império comercial governado pela 1ª Besta. Cap 18

 

2.     A Guerra de Armagedom. Ap 19:11-21

3.     A Prisão eterna do Anticristo e do Falso Profeta no Lago de fogo e Enxofre. Ap 19:20-21

4.     A Prisão Milenar do Dragão. Ap 20:1-3

5.     Uma revelação especial a João, pertinente ao estado futuro dos mártires da Grande Tribulação e a situação infernal dos milhares de milhares que nela tombaram carregando na testa o sinal 666. Ap 20:4-5

6.     O Governo Milenar do Filho de Deus. Ap 20:6

7.     A Libertação Temporária de Satanás no final do Milênio. Ap 20:7

8.     Disseminação satânica de um grande engano na terra. Satanás, uma vez posto em liberdade, dará um último golpe no Senhor Jesus. Mil anos passaram-se e ele não deixou de odiar o Senhor de Jerusalém.

9.     A Última Grande Guerra Bíblica: Gogue e Magogue -  A expressão Gogue e Magogue, profeticamente, denota multidão. Ap 20:7-9 

10.           Satanás é definitivamente banido da terra. Destino: Lago de Fogo e Enxofre. Ap 20:10

11.           O Último Julgamento da História: O JUÍZO FINAL. Ap 20:11-15

12.           Início da Eternidade Futura....

Sermão Textual

Sermão Textual

 

Exemplos:

1.     Jr 18:2. “Os Padrões de Deus para Falar” ou “Os Padrões de Deus para o Vaso” ou “Os passos do Crente para ouvir Deus Falar” ou “Quando é que Deus Fala ao Crente?”

2.     Lc 9:23. “Os Três Passos Fundamentais Servir a Jesus”. “Morrendo para Servir”.

3.     Jo 14:6. “A Maior Revelação de Jesus”. “Jesus, o Único Mediador entre Deus e os Homens”. “Um Homem Chamado Jesus”.

4.     1 Pd 1:16. “A Maior e Mais Importante Determinação de Deus a Seus Filhos: Sede Santos”.

Santos por Lealdade ao Pai.

Santos por Amor ao Filho.

Santos por Temor ao Juízo do Todo-Poderoso.

5.     Salmo 1:1. “As Três Grandes Revelações do Salmo 1”.

·       Os ímpios: do heb rashá e do gr. ασεβής (ímpio) “irreverente, perverso, aquele que pratica atos cruéis, desviado daquilo que é normal”.

·       Os pecadores: do heb. chotê e do gr. αμαρτίας (pecador) “o homem caído em Adão” – “aquele que não tem ou perdeu a marca do Criador”.

·       Os escarnecedores: do heb. lêtsiym e do gr. εμπαικται (escarnecedor) “tratar com desprezo, ridicularizar, exprimir por gracejo, zombar ridicularizando, desprezar com arrogância”.

 

 

BIBLIOLOGIA - Doutrina das Escrituras
BIBLIOLOGIA - Doutrina das Escrituras

I. INTRODUÇÃO

A) Terminologia:
Bíblia - Derivado de biblion, “rolo” ou “livro” (Lc 4.17)
Escrituras - Termo usado no N.T. para, os livros sagrados do A.T., que eram considerados inspirados por Deus (2Tm 3.16; Rm 3.2). Também é usado no N.T. com referência a outras porções do N.T. (2Pe 3.16)
Palavra de Deus - Usada em relação a ambos os testamentos em sua forma escrita (Mt 15.6; Jo 10.35; Hb 4.12)

B) Atitudes em Relação à Bíblia:
Racionalismo
- a. Em sua forma extrema nega a possibilidade de qualquer revelação sobrenatural. b. Em sua forma moderada admite a possibilidade de revelação divina, mas essa revelação fica sujeita ao juízo final da razão humana.
Romanismo - A Bíblia é um produto da igreja; por isso a Bíblia não é a autoridade única ou final.
Misticismo - A experiência pessoal tem a mesma autoridade da Bíblia.
Neo-ortodoxia - A Bíblia é uma testemunha falível da revelação de Deus na Palavra, Cristo.
Seitas - A Bíblia e os escritos do líder ou fundador de cada uma possuem igual valor.
Ortodoxia - A Bíblia é a nossa única base de autoridade.

C) As Maravilhas da Bíblia:
1) Sua formação:
levou cerca de 1500 anos.
2) Sua Unidade:
Tem cerca de 40 autores, mas é um só livro.
3) Sua Preservação.
4) Seu Assunto.
5) Sua Influência.

II. REVELAÇÃO

A) Definição:

“Um desvendamentos; especialmente a comunicação da mensagem divina ao homem”

B) Meios de Revelação:
1) Pela Natureza (Rm 1.18-21; Sl 19)
2) Pela Providência (Rm 8.28; At 14.15-17)
3) Pela Preservação do Universo (Cl 1.17)
4) Através de Milagres (Jo 2.11)
5) Por Comunicação Direta (At 22.17-21)
6) Através de Cristo (Jo 1.14)
7) Através da Bíblia (1Jo 5.9-12)

III. INSPIRAÇÃO

A) Definição
:
Inspiração é a ação supervisionadora de Deus sobre os autores humanos da Bíblia de modo a, usando suas próprias personalidades e estilos, comporem e registrarem sem erro as palavras de Sua revelação ao homem. A Inspiração se aplica apenas aos manuscritos originais (chamados de autógrafos).

B) Teorias sobre a Inspiração:
1) Natural - não há qualquer elemento sobrenatural envolvido. A Bíblia foi escrita por homens de grande talento.
2) Mística ou Iluminativa - Os autores bíblicos foram cheios do Espírito como qualquer crente pode ser hoje.
3) Mecânica (ou teoria da ditação) - Os autores bíblicos foram apenas instrumentos passivos nas mãos de Deus como máquinas de escrever com as quais Ele teria escrito. Deve-se admitir que algumas partes da Bíblia foram ditadas (e.g., os Dez mandamentos).
4) Parcial - Somente o não conhecível foi inspirado (e.g., criação, conceitos espirituais)
5) Conceitual - Os conceitos, não as palavras, foram inspirados.
6) Gradual - Os autores bíblicos foram mais inspirados que outros autores humanos.
7) Neo-ortodoxa - Autores humanos só poderiam produzir uma registro falível.
8) Verbal e Plenária - Esta é a verdadeira doutrina e significa que cada palavra (verbal) e todas as palavras (plenária) foram inspiradas no sentido da definição acima.
9) Inspiração Falível - Uma teoria, que vem ganhando popularidade, de que a Bíblia é inspirada mas não isenta de erros.

C) Características da Inspiração Verbal e Plenária:
1) A verdadeira doutrina é válida apenas para os manuscritos originais.
2) Ela se estende às próprias palavras.
3) Vê Deus como o superintendente do processo, não ditando aos escritores, mas guiando-os.
4) Inclui a inerrância.

D) Provas da Inspiração Verbal e Plenária:
1) 2Tm 3.16. Theopneustos, soprado por Deus. Afirma que Deus é o autor das Escrituras e que estas são o produto de Seu sopro criador.
2) 2Pe 1.20,21. O “como” da inspiração - homens “movidos” (lit., “carregados”) pelo Espírito Santo.
3) Ordens especificas para escrever a Palavra do Senhor (Ex 17.14; Jr 30.2).
4) O uso de citações (Mt 15.4; At 28.25).
5) O uso que Jesus fez do A.T. (Mt 5.17; Jo 10.35).
6) O N.T. afirma que outras partes do N.T. são Escrituras (1Tm 5.18; 2Pe 3.16).
7) Os escritores estavam conscientes de estarem escrevendo a Palavra de Deus (1Co 2.13; 1Pe 1.11,12)

E) Provas de Inerrância:
1) A fidedignidade do caráter de Deus (Jo 17.3; Rm 3.4).
2) O ensino de Cristo (Mt 5.17; Jo 10.35).
3) Os argumentos baseados em uma palavra ou na forma de uma palavra (Gl 3.16, “descendente”; Mt 22.31,32, “sou”).

IV. CANONICIDADE.

A) Considerações fundamentais:

1) A Bíblia é auto-autenticável e os concílios eclesiásticos só reconheceram (não atribuíram) a autoridade inerente nos próprios livros.
2) Deus guiou os concílios de modo que o cânon fosse reconhecido.

B) Cânon do A.T.:
1) Alguns afirmam que todos os livros do cânon do A.T. foram reunidos e reconhecidos sob a liderança de Esdras (quinto século a.C.).
2) O N.T. se refere a A.T. como escritura (Mt 23.35; a expressão de Jesus equivaleria dizer hoje “de Gênesis a Malaquias”; cf. Mt 21.42; 22.29).
3) O Sínodo de Jamnia (90 A.D.) Uma reunião de rabinos judeus que reconheceu os livros do A.T.

C) Os princípios de Canonicidade dos Livros do N.T.:
1) Apostolicidade. O livro foi escrito ou influenciado por algum apóstolos?
2) Conteúdo. O seu caráter espiritual é suficiente?
3) Universalidade. Foi amplamente aceito pela igreja?
4) Inspiração. O livro oferecia prova interna de inspiração?

D) A Formação do Cânon do N.T.:
1) O período dos apóstolos. Eles reivindicaram autoridade para seus escritos (1Ts 5.27; Cl 4.16).
2) O período pós-apostólico. Todos os livros forma reconhecidos exceto Hebreus, 2 Pedro e 3 João.
3) O Concílio de Cartago, 397, reconheceu como canônicos os 27 livros do N.T.

V. ILUMINAÇÃO

A) Em Relação aos Não-Salvos:

1) Sua necessidade (1Co 2.14; 2Co 4.4)
2) O ministério do convencimento do Espírito ( Jo 16.7-11)

B) Em Relação ao Crente:
1) Sua necessidade (1C0 2.10-12; 3.2).
2) O ministério do ensino do Espírito (Jo 16.13-15)

VI. INTERPRETAÇÃO

A) Princípios de Interpretação:

1) Interpretar histórica e gramaticalmente.
2) Interpretar de acordo com os contextos imediatos e mais amplo.
3) Interpretar em harmonia com toda a Bíblia, comparando Escritura com Escritura.

B) Divisões Gerais da Bíblia:
1) A.T.
A- Livros históricos: de Gênesis a Ester.
B- Livros poéticos: de Jó a Cantares.
C- Livros proféticos: de Isaías a Malaquias.
2) N.T.
A- Evangelhos: Mateus a João.
B- História da Igreja: Atos.
C- Epístolas: de Romanos a Judas.
D- Profecia: Apocalipse.

C) Alianças Bíblicas:
Noética (Gn 8.20-22)
Abraâmica (Gn 12.1-3)
Mosaica (Ex 19.3 - 40.38)
Palestiniana (Dt 30)
Davídica (2Sm 7.5-17)
Nova Aliança (Jr 31.31-34; Mt 26.28)

vilmar martins

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